Bronzeamento Artificial
Recentemente foi derrubada uma liminar que liberava o uso e comercialização de equipamentos para bronzeamento artificial com fins estéticos. Portanto, até o momento, continua proibida a prática do bronzeamento artificial. Controverso ou não, muitas pessoas se interessam pela possibilidade de obter aquele bronzeado em qualquer época do ano, mesmo no inverno, e para isso, recorriam às clínicas estéticas que ofereciam sessões em cabines de bronzeamento.
Muitos dermatologistas alertam sobre os pontenciais danos à saúde que a prática de bronzeamento nas cabines de raios ultravioleta podem causar às pessoas. O principal problema é o risco de que esse hábito provoque câncer de pele. Além disso, o bronzeamento também favoreceria o envelhecimento precoce, manchas de pele irreversívieis e até mesmo catarata.
Setores favoráveis a prática do bronzeamento artificial alegam que não foram apresentadas evidências científicas que comprovem a ação carcinogênica da radiação ultravioleta emitida pelos equipamentos utilizados para bronzeamento artificial.
De qualquer forma, a grande maioria dos dermatologistas são totalmente contra a prática do bronzeamento em câmaras de raios UV. Nessa dúvida, é preciso avaliar se os benefícios meramente estéticos realmente compensam os potenciais riscos à saúde que o bronzeamento artificial pode trazer.

